Para funcionários e ex-funcionários da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e grandes instituições.

Você trabalhou anos. Cumpriu metas. Bateu ponto.

E a empresa ficou com o que era seu. Descubra — em um único diagnóstico gratuito — exatamente quais direitos trabalhistas foram negados e quanto dinheiro você pode resgatar antes que o prazo acabe. 

Diagnóstico gratuito. Sem compromisso. Sem juridiquês.

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ISSO É SOBRE VOCÊ

Você se reconhece em alguma dessas situações?

Se você marcou ao menos uma opção, existe uma quantia em dinheiro — que já é sua por direito — esperando para ser resgatada.

O pior não é ter perdido dinheiro. É não saber quanto.

Você sabe que trabalhou. Sabe que deu mais do que recebeu. Talvez já tenha ouvido um colega contar que ganhou uma ação. Talvez já tenha pensado "eu também deveria ver isso."

Mas aí vem a dúvida:

Será que eu tenho direito mesmo?

Quanto tempo eu tenho?

Será que vale a pena?

Essa incerteza não é inofensiva. Ela é o que faz você perder dinheiro todos os dias.

Porque enquanto você hesita, a prescrição corre. A lei dá 2 anos após o desligamento e 5 anos retroativos durante o vínculo. Cada dia sem agir é um dia a menos de direito. Cada mês ignorado é dinheiro que desaparece — para sempre.

O que paralisa o trabalhador não é a falta de direito. É a falta de clareza sobre o quanto esse direito vale no caso dele.

Os 3 caminhos que a maioria tenta — e por que todos falham

Caminho 1: Contar com o Sindicato

O sindicato negocia para milhares. O resultado é genérico — diluído entre todo mundo. Você aceita um acordo coletivo que vale uma fração do que a sua causa individual renderia. O que era R$150 mil virar 8 mil em um "acordo vantajoso".

Caminho 2: Contratar um advogado generalista

Um advogado que não domina as teses específicas do setor bancário erra o enquadramento. E um erro de tese não significa perder parte da causa. Significa perder a causa inteira.

Caminho 3: Esperar para "ver depois"

Essa é a armadilha silenciosa. Você não perde o direito de uma vez — perde mês a mês, sem sentir. Até o dia em que descobre que prescreveu. Aí é tarde demais. Para sempre.

O resultado é o mesmo nos três casos: o trabalhador age mal orientado ou tarde demais — e perde o que já era seu por direito, muitas vezes sem saber o tamanho real do que perdeu.

Existe um caminho diferente: clareza antes de tudo.

O Jus Informa existe para devolver ao trabalhador o que as grandes instituições tiraram primeiro: informação.

Não é opinião — é direito. Não é promessa — é dado. Não é "vamos ver" — é um diagnóstico preciso que mostra exatamente o que você tem a receber e quanto vale em reais.

Como funciona — em 3 passos:

PASSO 1 — Diagnóstico do Direito

Levantamos sua situação completa: cargo, tempo de empresa, jornada, remuneração e premiações. Cruzamos com as teses jurídicas aplicáveis ao seu perfil. No final, você recebe um relatório de direitos identificados com estimativa de valor da causa.

Sem diagnóstico preciso, não há clareza. Você precisa saber o que perdeu, quanto vale e se ainda está no prazo — antes de qualquer decisão.

PASSO 2 — Estruturação da Causa

Se o diagnóstico confirmar seus direitos, nossa equipe monta a ação com base em teses já vitoriosas nos tribunais superiores — TST, STJ e STF — ajustadas ao seu perfil específico. Sem improvisos. Sem apostas.

Causas de alto valor exigem precisão cirúrgica. A tese correta, com os precedentes certos, é o que separa ganhar de perder.

PASSO 3 — Execução e Acompanhamento

Conduzimos a ação com comunicação direta, em linguagem clara, em cada etapa do processo. Você tem acesso direto à equipe responsável e atualizações periódicas. Sem desaparecer. Sem termos técnicos desnecessários.

Transparência e respeito ao seu tempo são parte do serviço.

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Em um único diagnóstico gratuito, você descobre se tem direito a resgatar: R$ 150.000,00 ou mais

Com base no seu cargo, tempo de empresa e direitos não reconhecidos — dentro do prazo legal. Você não paga nada para descobrir. E sai com total clareza sobre a sua situação.
Por que o Jus Informa é diferente de qualquer escritório que você já consultou?

Especialização radical. Não somos generalistas. Atuamos com teses específicas para bancários, portuários e executivos de grandes instituições — com jurisprudência já consolidada nos tribunais superiores.

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O relógio não espera.

A prescrição trabalhista é implacável:

⏰ 2 anos após o desligamento — depois disso, o direito desaparece.

⏰ 5 anos retroativos durante o vínculo — cada mês que passa, um mês de direito morre.

Seu colega que agiu há 6 meses? Ele já sabe quanto vai receber.
Seu colega que esperou "mais um pouco"? Ele já perdeu parte do que era dele.

Você escolhe de qual lado quer estar.

Você trabalhou por anos para construir o patrimônio de uma instituição. Agora é a hora de resgatar o que ela construiu às suas custas.

O diagnóstico é gratuito. A decisão é sua. Mas o prazo não é.

“Identifico os direitos trabalhistas que sua empresa nunca reconheceu — e mostro quanto você pode resgatar antes que o prazo acabe.”

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